terça-feira, 30 de junho de 2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

O trono está sem rei: Michael Jackson (1958-2009)

Ligo a tevê com o intuito de saber mais sobre a morte de Farrah Fawcett, atriz que faleceu hoje em decorrência de um câncer. No entanto, ao buscar em algum canal um pouco mais sobre a notícia, me deparo com outra. Essa "outra" notícia fez com que a primeira fosse completamente esquecida pela imprensa. Aos 50 anos Michael Jackson morre hoje, ao que parece de infarto.



A carreira do "Rei do pop" iniciou-se de forma brilhante, no The Jackson 5. Revolucionou a forma de fazer clipes com Thriller (que também é o album mais vendido do mundo), além de criar hits como Beat It e Billie Jean, fora outros tantos. Ele criou uma coreografia própria, uma sonoridade que influenciou uma geração toda. Assim como ascendeu rapidamente, a queda de sua pessoa ante a opinião pública foi igualmente veloz. Em volta de sua figura foi pintado um monstro. O embranquecimento da pele, as batalhas na justiça e as aparições escandalosas foram prato cheio para a grande mídia. Glória Maria, que certa vez conversou com ele, disse que é provável haver, a partir de agora, uma mudança de postura quanto a ele. Depois de seu falecimento. Só depois. "A mão que afaga é a mesma que apedreja."



Não conheço muito sobre Farrah Fawcett, para dizer a verdade apenas a famosa foto de 76 e pouco sobre seu trabalho. Talvez isso explique a postagem se chamar "Michael Jackson (1958-2009)", e não "Farrah Fawcett (1947-2009)", mas a grande mídia esqueceu Farrah por conveniência. Sejamos francos, ela já não vende tanto. Pelo menos não tanto quanto o "Rei".

Certamente Farrah descansará em paz; já Michael, que provavelmente ainda será uma fonte de dinheiro para muitos, terá de esperar um pouco.



Billie Jean,
à procura de um novo par