sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Na calada da noite eu me dano

Era sábado. Era noite. Era o dia mais esperado da semana. O enfermeiro Joaquim LaMotta acabara de chegar em casa. Estacionou o veículo na garagem e tomou uma ducha. Abriu, apenas para si, uma garrafa de vinho barato. Duas. Três. E dormiu o sono dos justos. Ou não. O certo é que no dia seguinte concluiu: "Nem toda noite é noitada".


*trecho extraído da obra "Leve e Leviano".

O Polvo,

que dessa vez não vai fazer um final engraçadinho, afinal, nem toda noite é noitada.

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